No caminho para o hospital, esyava meio tonta, apoiada no assento do carona, refletindo sobre a expressão dolorosa e abatida de Lucas antes de partir, como se alguém tivesse espremido suco de limão em meu coração.
"Era uma amargura indescritível. Mas, depois de desabafar, a opressão em meu peito realmente aliviou consideravelmente! Sim. O filho perdido era de nós dois. Por que somente eu deveria sofrer? Ele também deveria sofrer, sofrer junto."
Gilberto, dirigindo com uma mão, estendeu a outra e