EDILENA NARRANDO:
Meu coração batia tão forte que parecia querer rasgar meu peito. A lâmina da faca já não estava mais pressionada contra minha pele, mas o cano gelado da arma repousava contra minha têmpora, me lembrando de que Dmitri tinha o controle.
— Anda logo, dirige sua puta! — Sua voz saiu baixa, firme e cheia de veneno.
Engoli em seco, mantendo as mãos firmes no volante. Meus dedos estavam suados, e o medo fazia meu estômago se revirar. Meu único alívio era ver pelo retrovisor que Romer