Elisa Martins
Acordei naquela manhã chuvosa com um aperto estranho no peito, como se algo estivesse fora do lugar. Não era dor física, era… intuição. Aquela sensação de mãe que nunca falha, que insiste em dizer que algo não está certo, mesmo quando tudo aparentemente está bem.
Olhei para o lado e vi Rodrigo ainda na cama, com o braço jogado sobre o meu corpo, os cabelos levemente bagunçados e a respiração tranquila. Por um segundo, quis me ancorar naquela paz. Mas não consegui.
Aurora ainda nã