Elisa Martins
Acordei no dia seguinte e não estava mais na cama de Alex. Estava no meu quarto. Provavelmente ele havia me trazido para cá durante a madrugada.
As lembranças da noite anterior vieram como um soco lento e quente. Tinha sido intensa, gostosa… perigosa. E isso, por si só, já deveria servir como alerta para eu me recompor e cair na realidade. Afinal, era um contrato. Eu tinha que dormir com Alex como se fôssemos um casal apaixonado, mas, quando Cézar atravessava aquela porta, eu sabi