Andrew Collins
Eu gosto de sentir o controle. É uma sensação que não me abandona quando tudo está ordenado segundo o meu mapa: pessoas, negócios, riscos distribuídos num tabuleiro que eu mesmo desenhei. Naquele dia, na delegacia havia me obrigado a mostrar o convite com posse quase teatral — um pequeno triunfo público —, mas a vitória verdadeira precisava ser arquitetada longe dos olhos curiosos. Para isso eu precisava de um executivo silencioso, de mãos frias e mente ágil. Pensei em Victor Ma