Clara Bennett:
Deixei a mansão de Emma e Oliver tarde da noite, tentando manter a imagem de que estava tudo bem. Mas, assim que fechei a porta do meu apartamento atrás de mim, a fachada desabou.
— Oi, minha menina… — murmurei ao ver Sukitinha correr em minha direção, abanando o rabinho. Abaixei-me para pegá-la no colo, sentindo aquele calorzinho confortável que só ela me trazia. — Só você me entende, não é?
Coloquei-a no sofá e me sentei ao seu lado, acariciando sua barriguinha. O celular vibro