Clara Bennett:
Eu ainda estava no gabinete, ajeitando a saia depois do banheiro, tentando organizar meus pensamentos. Cada vez que me lembrava de Thomas, meu corpo reagia, lembrando o calor do toque dele, o jeito como me fez perder o controle.
Quando entrei na minha sala a porta se abriu e a Margarida entrou, segurando uma pequena caixa preta com fita vermelha. Um sorriso enigmático brincava em seus lábios.
— Aqui, senhorita Bennett — disse, colocando a caixa sobre minha mesa. — Acho que você j