Isabella Parker
A boca de Ryan engoliu a minha, e em questão de segundos, a sua mão já estava apertando um dos meus seios dentro da camisola. A sua língua habilidosa se refugiou em cada canto da minha boca, misturando as nossas salivas, chupando os meus lábios, descendo pelo pescoço e ombros. Caminhamos em direção da cama sem parar o nosso beijo.
— Deita! — ele ordena, tentando respirar e falar ao mesmo tempo.
Não tive tempo de responder, porque o que eu senti foi algo quente, úmido, extremam