Ayla
Depois de várias horas comemorando a liberdade do meu espirito e do de Matteo, era hora dele voltar para casa.
— Eu não quero que você vá! — minha voz saiu fogosa, praticamente ronronei quando ele disse que precisava ir.
— Vem comigo. Podemos continuar comemorando lá em casa. Está cada dia mais difícil ficar longe de você, mesmo que seja poucas horas por dia. Não vejo a hora de casarmos para eu poder ter você ao meu lado todo santo dia.
Abri a boca para contar sobre os pesadelos que vinha