Quando chegamos na cozinha, encontramos uma mesa farta e com uma mistura de cheiros tão boa que fez meu estômago dar sinal de vida novamente.
A sorridente senhora que estava parada ao lado da mesa, depois de colocar uma jarra de suco, nos cumprimentou.
— Ayla, essa é a Judith, a mulher que não me deixa morrer de fome. Minha segunda mãe. — Suas palavras fizeram o sorriso da mulher se alargar. — Judith, essa é Ayla, minha namorada.
Namorada? Ai, meu Deus! Não tínhamos conversado sobre isso, mas e