Quando chegamos na cozinha, encontramos uma mesa farta e com uma mistura de cheiros tão boa que fez meu estômago dar sinal de vida novamente.
A sorridente senhora que estava parada ao lado da mesa, depois de colocar uma jarra de suco, nos cumprimentou.
— Ayla, essa é a Judith, a mulher que não me deixa morrer de fome. Minha segunda mãe. — Suas palavras fizeram o sorriso da mulher se alargar. — Judith, essa é Ayla, minha namorada.
Namorada? Ai, meu Deus! Não tínhamos conversado sobre isso, mas era obvio que entre nós não caberia o tal sexo casual. Nem sei porque, mas não caberia.
— É um prazer conhecê-la. — Sorri cordialmente para a mulher que nos olhava com uma expressão de satisfação.
A mulher parecia ser uma pessoa maravilhosa. Depois que nos sentamos, e Matteo fez questão que ela sentasse conosco, ela contou um pouco sobre sua vida e sobre o seu relacionamento com a família Dvorak. Soube que trabalhou na casa da família e que aceitou com muito prazer quando o jovem Dvorak a convido