O quarto ainda carregava o calor do que haviam feito. Melina estava deitada de lado, com os olhos abertos, observando as sombras que a madrugada projetava no teto. O corpo de Kauan ainda colado ao seu, o ritmo da respiração dele aos poucos voltando ao normal. O silĂȘncio entre eles nĂŁo era desconfortĂĄvel. Era cheio.
â Isso foi... â ele começou, mas parou. O toque dos dedos dela ainda em sua pele.
â NĂŁo diz nada â sussurrou Melina. â NĂŁo agora.
Ela nĂŁo queria rotular o momento. Nem romantizĂĄ-lo. E