LARA
No último dia em Cancun, enquanto eu estava sentada em uma charmosa cafeteria perto da praia, um homem se aproximou de mim. Ele era alto, com cabelos escuros e olhos que brilhavam com uma energia contagiante.
— Posso me sentar? — ele perguntou, apontando para a cadeira vazia em frente a mim.
— Claro — eu disse, dando-lhe um sorriso acolhedor.
Ele se sentou, estendendo a mão.
— Meu nome é Marco — ele se apresentou.
— Lara — eu respondi, apertando sua mão.
Conversamos sobre tudo e nada. Ele e