Quando amanheceu, despertei com a claridade suave da manhã atravessando as frestas da cortina. Não fazia ideia de que horas havia conseguido dormir. Passei boa parte da noite apenas observando Rafaela, como se ainda precisasse me convencer de que ela realmente estava ali.
Permaneci alguns segundos imóvel, respirando devagar. A dor nas costelas ainda existia, constante e incômoda, mas já não era aquela dor desesperadora que me consumia na montanha. Pela primeira vez, eu havia conseguido descansa