A porta do quarto, que acabara de ser fechada, abriu-se novamente. Eram Clara e Lorenzo.
Clara entrou primeiro, seguida de perto por Lorenzo.
— Chega a ser inacreditável... — disse ela assim que me viu, com a voz embargada pela emoção.
Limitei-me a sorrir, sentindo o alívio preencher aquele quarto.
— Como podem ver, eu não quis deixar a Rafaela viúva — brinquei, apertando de leve a mão dela.
Lorenzo aproximou-se da cama e me abraçou com todo o cuidado, respeitando minhas limitações físicas.
— Q