Eles depois ainda não desistiram e foram me procurar na escola.
Chegaram até a se ajoelhar diante de mim, implorando pelo meu perdão, mas eu já tinha decidido que nunca mais voltaria.
Na última vez, meu pai, chorando copiosamente, disse:
— Maria, te peço, me dê mais uma chance, afinal, somos ligados pelo sangue.
Fiquei olhando para eles por muito tempo, então respondi friamente:
— Se eu pudesse escolher, como eu gostaria que Lynn fosse meu verdadeiro pai.
Talvez o peso dessas palavras tenha sido