Na Marra E No Peito.
Narrado por Luna.
Dois meses. Sessenta dias que o Sheik tá apagado num leito de hospital, depois de ter derrubado o Treloso e selado de vez a aliança com a Rocinha. Sessenta noites que eu durmo com a ausência dele, segurando três bebês no colo e uma quebrada inteira nas costas.
A gente voltou pro Borel. Nossa casa, nossa raiz. Aqui, onde o nome dele ainda pesa mais que fuzil apontado. O morro respeita, o povo sente. O Sheik não tá presente em corpo, mas a presença dele continua. E eu? Eu sigo.