O Clube Pará brilhava sob o luar da Amazônia como uma joia incrustada na selva de concreto de Belém. O som das orquestras e o tilintar das taças de cristal criavam uma sinfonia de falsa perfeição. Do lado de fora, a frota de carros de luxo despejava a elite paraense, todos ansiosos pelo evento beneficente que, nos bastidores, cheirava a execução pública.
Dimitri Klines estava posicionado no topo da escadaria de mármore, impecável em um smoking que parecia uma armadura de seda negra. Seus olhos,