O carro deslizou suavemente pela alameda que levava até a grande casa dos Willians. O portão de ferro se abriu com um som familiar, mas que agora parecia anunciar algo novo. Ana observava tudo pela janela do carro, os dedos entrelaçados com os de Théo. Ela estava exausta, mas havia algo em seu peito — um calor estranho, reconfortante, quase bom.
Théo saiu primeiro, contornou o carro e abriu a porta para ela. Com delicadeza, ajudou Ana a descer. Seu olhar não se desviava dela, como se cada gesto