Matheus foi colocado novamente no porta-malas, mas antes que o levassem, colocaram o pano novamente na boca, forçando-a ficar bem aberta. Isso fez com que o corte doesse muito mais. Dirigiram de volta para o estacionamento e quando chegaram lá, tiraram ele do carro e o jogaram no chão. Com uma adaga, cortaram as cordas atadas nos seus punhos e tornozelos. Jogaram sobre ele a arma e a mochila com o dinheiro.
— Até mais, otário — disse um dos homens, entrando no veículo.
Eles aceleraram e saíram