De acordo com o que Henrique ia lendo tudo aquilo, ele ia se chocando cada vez mais. Sempre soube que cada ser humano escondia sua podridão, mas aquela era a maior que vira em dez anos como delegado da polícia.
— Meu Deus — disse baixinho, boquiaberto.
Barbara fechou o laptop e o pegou para si outra vez.
— Isso é só o começo. Esse era o computador dele. Talvez ache mais coisas, é só se dar o trabalho de procurar.
— O que você quer por isso?
— Minha liberdade!
— Posso te oferecer uma identidade