— Eu... eu...
A resposta morreu na minha boca antes de nascer.
Porque, antes que eu conseguisse inventar alguma mentira decente, a voz veio da porta:
— Zara foi assaltada.
Virei o rosto.
Genevieve estava parada ali, ainda impecável apesar da correria, do banheiro, do escândalo e da minha total incapacidade de passar uma noite sem transformar luxo em caos. Ela entrou com naturalidade demais para quem estava, na prática, salvando a minha vida outra vez.
— Nós duas fomos, na verdade — continuou, a