Genevieve me levou até um lugar que eu jamais encontraria sozinha.
Ficava num segundo andar discreto de um prédio antigo no Flamengo, sem vitrine chamativa, sem nome em dourado na fachada, sem segurança com cara de quem me seguiria pelos corredores achando que eu fosse roubar uma pulseira. Só uma portinha estreita, uma placa pequena e um elevador antigo que subia gemendo como se cada andar fosse uma ofensa pessoal.
— Confia em mim — Genevieve disse, enquanto a porta do elevador abria. — Ele é ó