Genevieve estava sentada próxima à janela aberta, olhando para o jardim lá fora com aquela postura que eu reconhecia bem: ombros retos, queixo levemente erguido, a compostura que ela mantinha como segunda natureza.
Quando se virou, porém, vi que não estava sentada em uma cadeira comum, mas sim em uma cadeira de rodas.
— Zara. — A voz dela saiu com a suavidade de sempre. — Céus, você está bem? Estive pensando tanto em você ultimamente.
— Esteve? — Perguntei, sem conseguir tirar os olhos da cadei