~ ARTHUR ~
O telefone tocou enquanto eu ainda estava no estacionamento, a chave do carro na mão, tentando lembrar exatamente em qual faixa tinha parado.
— Alô?
— Arthur. — A voz do meu pai soou do outro lado, e o tom era diferente do suficiente para acender um alerta imediato. Não o tom de médico que ele usava para dar más notícias com controle total, mas algo por baixo disso, algo que raramente aparecia e que eu aprendi a reconhecer ao longo dos anos como o tom que ele usava quando havia perdi