Leonora soltou uma risadinha contida que me assustou mais do que qualquer gargalhada aberta que ela pudesse ter dado.
— É isso que você acha de mim, então?
— Bem, foi o que você fez com meu avô, não foi?
— Eu só faço o que é necessário. — Ela disse calmamente, como se uma confissão de assassinato fosse como qualquer discussão mundana. — Você... sua morte não era necessária pra mim. Tentei te afastar com aquele exame falso, mas não é que seu marido parece realmente estar tão apaixonado a ponto d