— Cadê a Zara? O que você fez com ela?
A voz do Arthur chegou pelo viva-voz que a Genevieve tinha ativado sem me pedir licença. Ela queria que eu ficasse ouvindo sem participar, sem poder intervir, no máximo reagindo enquanto ela conduzia tudo do jeito que queria. Era exatamente o tipo de controle que ela sempre exerceu, só que agora eu sabia reconhecer.
Não era o que iria acontecer.
— Você não vai perguntar de mim? — Ela soou ofendida. E o estranho era que não era performance, era genuíno. Hav