Mantenho a velocidade do carro reduzida, isto dará tempo para que Helena descanse um pouco, já que ela quer passar o restante da noite no hospital.
São exatamente 2:30 da manhã. Sei que ela não conseguirá dormir depois de tudo que ocorreu.
Olho para ela. Ela se encontra de olhos fechados, seus dedos ainda agarrados ao paletó, mas sei que ela não está dormindo porque sua respiração está agitada.
Sou despertado pelo barulho do celular e atendo ao segundo toque.
— Rodolfo Gambino.
— Senhor, chegam