Ela não é mais a mesma.
O tom de sua voz não possui aquele ar de mágoa e arrogância. Pela primeira vez, ela me olhou com os olhos brilhando e, mesmo estando cansada e medicada, não deixou de sorrir.
Quando entrei no quarto, estava com medo da sua reação. Sinceramente, uma parte de mim não quer que ela se lembre. É tão bom conversar com ela sem ter que discutir, sem ter que me preocupar que feridas serão novamente abertas. Eu não quero estar em um impasse com ela, onde terei que dizer coisas que