Abri os olhos, envolta em uma escuridão quase sufocante. Meu olhar cortou a penumbra do quarto como uma lâmina afiada, enquanto meus lábios se apertavam num movimento involuntário. Senti minha mandíbula cerrar, cada músculo tenso, cada fibra do meu ser consumida por um turbilhão de emoções. Inspirei profundamente e soltei um suspiro pesado, mas isso não aliviou a sensação de que algo dentro de mim estava se partindo. A noite passada emergiu em minha mente como uma ferida aberta que ainda sangra