Abri os olhos devagar, tentando compreender onde estava. A luz suave que entrava pela janela preenchia o ambiente com uma tranquilidade que contrastava com a tempestade que ainda rugia dentro de mim. Olhei ao redor, e um déjà-vu tomou conta de mim. Era familiar, dolorosamente familiar. Reconheci o espaço quase que imediatamente: era um dos quartos da casa de Francesco. O mesmo quarto em que eu e Otávio nos hospedamos, como se aquele lugar estivesse destinado a me confrontar com memórias que eu