Rambo (II)

Rambo soltou-o, vagarosamente. Cristiano, com o rosto completamente vermelho e pingos de suor na testa, arrumou a camiseta, enquanto eu disse, olhando nos seus olhos:

— Não sou e nunca fui mulher para você, Cris. Tem um vulcão dentro de mim, em erupção. E você é um copo d’agua tentando apagar um incêndio. Eu não sou vagabunda. Só estou em busca de ser bem comida.

Ele não ousou falar nada, pois

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