Fiorella
O ar fugiu dos meus pulmões e uma fúria cega tomou o lugar do mal-estar. Puxei a minha mão da sua com violência, sentindo o sangue ferver nas minhas veias, o pânico e a raiva se misturando em uma explosão incontrolável.
— Seu desgraçado! — minha voz subiu duas oitavas, ecoando de forma aguda pelo ambiente rústico da padaria. — Você vendeu o meu irmão para salvar a própria pele?!
Tentei me levantar na intenção de sair dali, mas Alessandro foi muito mais rápido. Ele se inclinou sobre