Fiorella
Poucas horas depois de Alessandro chegar à Espanha, a pilha de corpos só aumentava. Sempre soube que ele era um homem perigoso, mas achava que era um homem justo.
Mas aqueles homens que foram mortos perto do hotel eram pessoas comuns e simples. Não eram bandidos.
Ouvi uma batida forte na porta e, em seguida, ela se abriu. Era Alessandro.
— Vamos embora! — ele falou, apressado.
— Agora?
— Sim, Ella! Imediatamente! — Ele tinha um olhar de urgência.
Desci os olhos para as mãos de Alessand