Nadine despertou na escuridão. O quarto vasto e frio de Johan era uma prisão de sedas negras, e o lugar onde ele havia se deitado ao seu lado estava vazio. Seu corpo, no entanto, sentia-se estranhamente curado, seu pulso mágico, estável. A frieza de Johan havia sido a âncora necessária. A lembrança da noite anterior – a contenção possessiva dele e a ameaça silenciosa em sua jugular – a atingiu com a força de um choque.
Ela se levantou, vestindo o traje de couro preto macio e a túnica de seda es