A enfermaria era completamente branca. Os monitores emitiam bipes regulares e compassados.
A mulher jazia na cama, o rosto pálido pela perda excessiva de sangue. Mesmo assim, seus cabelos, meticulosamente penteados, estavam lisos e brilhantes, fazendo-a parecer uma beleza frágil saída de um conto de fadas.
Do lado de fora da enfermaria, ouviam-se vozes em tom baixo. A voz do homem era clara e controlada:
— Quando ela vai acordar?
O médico respondeu com cautela:
— Sinto muito, senhor. A senhora