No ano em que Maison nasceu, seus pais lhe deixaram 10% das ações do Grupo Thorne.
Essa parcela havia pertencido originalmente a Kaline, por isso era compreensível devolvê-la ao seu retorno. No entanto, o casal já detinha um número significativo de ações, e quando Kaline se tornara presidente, os principais acionistas já lhe haviam cedido outros 10%.
Em outras palavras, se a proposta fosse aceita, Kaline passaria a deter 20% das ações do Grupo Thorne. E Maison não ficaria com nada.
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