Na enfermaria do Primeiro Hospital, Maison abriu os olhos lentamente. A primeira coisa que viu foi Isabela. Ela estava sentada à beira da cama, e o olhar dela — carregado de uma ansiedade que ela não conseguia esconder — foi a confirmação que ele precisava: ela ainda tinha o coração mole por ele.
Maison agarrou o pulso dela, a voz saindo falha e rouca:
— Isabela... se eu não permitir, o tribunal não pode prosseguir.
— O que você está fazendo?! — ela reagiu, pressionando a mão dele de volta cont