Isabela não queria que ninguém soubesse da péssima reputação de seu pai biológico, muito menos Maison. Ela tentou disfarçar, endurecendo a voz:
— "Minhas mãos não estavam tremendo."
Maison ficou parado por um segundo, analisando-a. De repente, ele avançou, agarrou o pulso dela e a puxou para cima com firmeza.
— "Vá para o hospital agora."
Isabela se desvencilhou prontamente: — "Eu não estou doente, não preciso de hospital!"
Maison suspirou, sem saber como lidar com a teimosia dela. — "Tão jovem