O telefone do hotel tocou às sete e vinte da manhã.
Érica estava acordada.
Havia acordado às seis o braço havia acordado junto, com aquela presença constante de coisa que havia acontecido e que o corpo mantinha como lembrete mesmo quando a consciência preferia outro assunto. Havia tomado o comprimido que a médica havia dado. Havia ficado deitada olhando para a mangueira no quintal com a luz de manhã cedo chegando pelo ângulo que tornava as folhas mais verdes do que de tarde.
Havia pensado.
Não