DOMINIC BELLANDI
Aquela boca atrevida estava me deixando louco desde o momento em que voltei para esse quarto e finalmente ela tinha parado de me empurrar pra longe.
— Agora me deixa sentir essa boca insolente de novo.
Nem esperei resposta. Ataquei a boca de Alina.
E grazie a Dio… ela correspondeu.
A brasileira segurou minha camisa na mesma hora, puxando meu corpo contra o dela enquanto nossas bocas se encontravam com força. Nada suave. Nada delicado.
Era raiva, desejo e provocação.
A língua