Naquela noite, Maya demorou para dormir.
Não por medo.
Mas porque certas lembranças, quando despertadas, recusam-se a voltar ao silêncio facilmente.
O nome Augusto Alencastro ecoava em sua mente como um sino antigo.
Pesado.
Autoritário.
Impossível de ignorar.
A casa estava silenciosa. Orion já dormia profundamente ao lado dela, respirando de forma tranquila, como alguém acostumado a enfrentar problemas apenas quando eles realmente chegam.
Maya invejava um pouco essa habilidade.
Ela se levantou