— Ótimo. Agora siga a Nuri e aproveite seu presente. — diz, batendo de leve em meu ombro antes de desaparecer no meio da multidão. Merda. Era só o que me faltava.
Olho ao redor e vejo mais mulheres, algumas encostadas às paredes, outras sentadas, todas com o mesmo olhar vazio, de quem perdeu a esperança. Ombros caídos, mãos inquietas, presas que aguardam o próximo predador.
Sinto a raiva crescer no meu peito. Esse tipo de sujeira é comum em certas máfias, mas não entre os italianos. Na Itália