Napoli, Itália. 09:15 A.M.
— Querida, precisa se levantar. — diz enquanto alisa os cabelos sedosos da pequena criança, que finge dormir. — Eu sei que está acordada, meu anjo. Vitto, vamos lá.
— Esse não é meu nome. — responde, sentando-se na cama com irritação.
— É seu nome sim! Já conversamos sobre isso, Vittoria. Não torne as coisas mais difíceis. — a garotinha irritada desvia do toque da mulher. — Seu pai está nos esperando lá embaixo, vamos passear um pouco, o que acha?
— Ele não é meu