Erick
Eu passei a noite no hospital.
Não sentado confortavelmente em uma poltrona, como os homens da minha posição costumavam fazer quando queriam parecer presentes. Passei a noite em pé, perto da janela, olhando Renata dormir enquanto uma enfermeira entrava de tempos em tempos para verificar os sinais dela e do bebê.
O corte no meu rosto ardia. A camisa ainda tinha manchas de sangue. Mas nada doía mais do que lembrar do olhar dela quando disse que ainda tinha medo de confiar em mim.
Ela tinha