CAPÍTULO 42 — NADA TERMINOU
A paz durou pouco.
Curta demais para ser real.
***
A manhã começou tranquila.
Silenciosa.
Quase leve.
Isadora ainda estava na cama quando abriu os olhos.
E, por um segundo…
tudo parecia no lugar.
Sem pressão.
Sem medo.
Sem caos.
A mão foi automaticamente ao ventre.
E ela sorriu.
Pequeno.
Mas verdadeiro.
***
Mas a vida dela…
nunca ficava assim por muito tempo.
***
O celular vibrou.
Uma vez.
Depois outra.
E outra.
Insistente.
Incomodando.
Chamando.
***
Ela franziu a te