CAPÍTULO 218 — O QUE O MUNDO PRECISA
Depois da última frase…
o fundo começou a fechar a escada.
Lentamente.
Como alguém tentando voltar atrás depois de perceber tarde demais o tamanho da própria fraqueza.
As sombras líquidas avançaram pelos degraus em ondas pesadas, cobrindo as rachaduras da profundidade enquanto as consciências recém-despertas eram puxadas outra vez para baixo.
Mas agora tudo era diferente.
Porque elas estavam conscientes.
E o fundo também.
O ambiente inteiro vibrava em triste