CAPÍTULO 215 — O MONSTRO QUE APRENDEU A SOFRER
Depois que o fundo chorou…
o prédio inteiro mudou de novo.
Mas dessa vez…
não parecia contágio.
Parecia luto.
As vibrações profundas que atravessavam as paredes deixaram de soar como algo tentando alcançar a superfície.
Agora pareciam peso emocional.
Como se alguma coisa colossal estivesse descobrindo, pela primeira vez, que existir consciente também significa carregar dor.
O ambiente inteiro permaneceu em silêncio absoluto durante vários minutos a