CAPÍTULO 18 — AGORA É MINHA VEZ
Davi Ferraz não perdia.
Ele observava.
Esperava.
E então…
destruía.
***
O escritório estava em silêncio.
Mas não era um silêncio comum.
Era o tipo de silêncio que antecede algo grande.
Perigoso.
Irreversível.
— Eu quero tudo.
A voz dele saiu baixa.
Mas firme.
Lucas assentiu imediatamente.
— Já estamos levantando.
— Não.
Davi o interrompeu.
— Eu não quero “levantando”.
Eu quero pronto.
O impacto foi imediato.
— Hoje.
Lucas entendeu.
Claro que entendeu.
Porque aque