— Não foi isso que eu quis dizer — falo, nervosa. — Vamos embora, não estou me sentindo muito bem — completo, querendo mudar de assunto e sair daquele lugar o quanto antes.
O senhor William paga a conta e saímos do local.
Voltamos para a empresa em silêncio. A vergonha me consome, e eu não faço a mínima ideia de como agir depois daquela conversa totalmente sem sentido sobre gravidez e casamento.
Ele só pode ser maluco. Não é possível alguém falar aquelas besteiras, como se realmente fosse se casar comigo caso não tivesse uma esposa. Ele nunca olharia para mim desse jeito.
— Você está bem, senhorita Emma? — ele pergunta, chamando minha atenção dentro do elevador. — Quer ir para casa?
— Não, estou bem. Vou tomar um remédio para enjoo e já fico melhor — respondo, saindo do elevador.
Não espero que ele diga mais nada. Sigo direto para a sala da Safira, abro a porta sem bater e me deparo com ela e o senhor Ricardo se agarrando.
Sinto o rosto queimar de vergonha com a cena. Quando me viro