A manhã em São Paulo nasceu sob o signo da tempestade, mas não uma vinda dos céus, e sim das rotativas dos jornais e dos servidores de notícias. Eros Cavalcanti, o homem que fizera da discrição a sua armadura e do silêncio a sua arma mais letal, decidiu que era hora de incendiar o próprio castelo para que a luz das chamas revelasse os monstros escondidos nas sombras. Ele não foi apenas ao tribunal naquela manhã; ele marchou para uma guerra de aniquilação total.
Logo às seis da manhã, a opinião